A Tecnologia uniu, 40 anos depois no mesmo palco, Elvis Presley e Martina Mcbride, ele gravado em 1968 e ela em 2008.
Tudo foi cuidadosamente planejado, desde a pré-produção à pós-produção. o Áudio foi gravado no estúdio para depois ser tratado e ser igualado ao áudio gravado pelo Elvis Presley, que foi remasterizado.
Eu postei três vídeos:
1- O vídeo original de Elvis Presley
2- O vídeo de Elvis Presley com Martina Mcbride
3- Making Of da gravação em Croma da Martina Mcbride
Vale a pena assistir...
Saiba mais sobre os recursos e as ferramentas do Mac que podem ser acessados ao manter uma ou mais teclas pressionadas durante a inicialização.
Para usar qualquer uma dessas combinações de teclas, mantenha as teclas pressionadas logo após apertar o botão liga/desliga para ligar o Mac ou após o início da reinicialização do Mac, ou seja, após o MAC fazer aquele barulhinho que faz quando liga.
Mantenha as teclas pressionadas até que o comportamento descrito ocorra.
Command (⌘) + R: inicializa usando o sistema de Recuperação do macOS integrado. Ou você pode usar as teclas Option + Command + R ou Shift + Option + Command + R para inicializar da Recuperação do macOS pela Internet. A Recuperação do macOS instala versões diferentes do macOS, dependendo da combinação de teclas usada durante a inicialização. Se o Mac estiver usando uma senha de firmware, você precisará inserir a senha.
Option (⌥) ou Alt: inicializa no Gerenciador de Inicialização, que permite selecionar outros volumes ou discos de inicialização disponíveis. Se o Mac estiver usando uma senha de firmware, você precisará inserir a senha.
Option + Command + P + R: redefine a NVRAM ou PRAM. Se o Mac estiver usando uma senha de firmware, ele ignorará essa combinação de teclas ou inicializará usando a Recuperação do macOS.
Shift (⇧): inicializa no modo de segurança. Essa opção é desativada ao usar a senha de firmware.
D: inicializa no utilitário Diagnóstico Apple. Ou você pode usar as teclas Option + Dpara inicializar usando esse utilitário pela Internet. Essa opção é desativada ao usar uma senha de firmware.
N: inicializa usando um servidor NetBoot se o Mac for compatível com volumes de inicialização de rede. Para usar a imagem de inicialização padrão no servidor, mantenha pressionadas as teclas Option + N. Essa opção é desativada ao usar uma senha de firmware.
Command + S: inicie no modo de usuário único. Desativado no macOS Mojave e posterior ou ao usar uma senha de firmware.
T: inicializa no modo disco de destino. Essa opção é desativada ao usar uma senha de firmware.
Command + V: inicializa no modo detalhado. Essa opção é desativada ao usar uma senha de firmware.
Eject (⏏), F12, botão do mouse ou botão do trackpad: ejeta mídia a removível, por exemplo, um disco óptico. Essa opção é desativada ao usar uma senha de firmware.
Se uma combinação de teclas não funcionar
Se uma combinação de teclas não funcionar na inicialização, uma destas soluções pode ajudar:
Pressione e segure todas as teclas da combinação juntas e não uma de cada vez.
Desligue o Mac. Pressione o botão liga/desliga para ligar o Mac. Depois, mantenha pressionadas as teclas enquanto o Mac inicializa.
Aguarde alguns segundos antes de pressionar as teclas para que o Mac tenha mais tempo para reconhecer o teclado enquanto inicializa. Alguns teclados têm uma luz que pisca brevemente durante a inicialização, indicando que o teclado foi reconhecido e está pronto para uso.
Se você estiver usando um teclado sem fio, conecte-o ao Mac, se possível. Outra opção é usar o teclado integrado ou um teclado com fio. Se você estiver usando um teclado feito para um PC, como um teclado com o logotipo do Windows, experimente usar um teclado feito para o Mac.
Se você estiver usando o Boot Camp para inicializar usando o Microsoft Windows, configure as preferências do disco de inicialização para inicializar usando o macOS. Em seguida, desligue ou reinicie o Mac e tente novamente.
Lembre-se de que algumas combinações de teclas são desativadas quando o Mac está usando uma senha de firmware.
Conheça as diferenças entre os conectores P1, P2, P3 e P10 e saiba como usá-los corretamente.
Identificando os plugs
Atualmente, temos três tamanhos principais de fones de ouvido, medidos pelo seu diâmetro: 6,35mm, usado em instrumentos (P10), 3,5mm (P2 e P3) e 2,5mm (P1). Ou também chamados por polegada: 1/4" (P10), 1/8" (P2 e P3) e 3/32" (P1), mais três configurações principais de plugue, conforme você pode ver na imagem abaixo.
É mais fácil e mais preciso fazer referência a cada tipo por meio da configuração P1, P2,P3, P10, para evitar qualquer mal-entendido, especialmente quando o áudio balanceado é levado em consideração. Esta descrição funciona para todos os tamanhos, por isso não desanime que os diagramas mostrem 3,5 mm e não 6,5 mm.
Microfone Estéreo Plus
O local mais comum de encontrar um conector de áudio é em seu smartphone ou computador. Apenas conecte seus fones de ouvido e pronto. Tanto o áudio mono quanto o estéreo foram padronizados, para garantir a compatibilidade do equipamento entre sistemas analógicos - mesmo quando adaptados a RCA.
Quando chegou a hora de adicionar um canal de microfone, as coisas ficaram um pouco em forma de pêra porque havia duas escolas de pensamento sobre como conectar as conexões. Um chamado CTIA e outro conhecido como OMTP. Alguns fabricantes optaram por trocar o soquete para fazer o contato da luva como a linha de aterramento (OMTP), enquanto outros optaram por deixar o contato com a base onde estavam, e espremer o novo canal na manga (CITA).
Como você pode ver no diagrama acima, houve um benefício em manter inalterada a posição de contato com a base, e esta é a solução que vemos com maior frequência em fones de ouvido para computadores, smartphones e tablets. Este foi sem dúvida o primeiro padrão.
Áudio e Vídeo
O áudio do microfone não era o único tipo de sinal que esse novo contato poderia transmitir, e com a miniaturização de câmeras e filmadoras. A saída de áudio e vídeoanalógica chegou logo à nós na forma de P3 para cabos 3RCA.
Novamente, sem um padrão definido, as pinagens dentro do soquete fêmea podem mudar de um fabricante para outro. Uma filmadora Sony provavelmente não funcionaria com um cabo breakout Panasonic AV, porque elas não eram conectadas da mesma maneira.
Em alguns casos, você pode trocar a RCA e continuar obtendo áudio e vídeo, mas nem sempre dá certo.
Plugues de Mixagem e Soquetes
Como você pode imaginar, conectar um plugue P2 em um soquete P3 ou vice-versa resultará em um curto-circuito entre um canal e o terra. Na maior parte, um curta como este não é uma grande preocupação:
Os conectores TS/TRS são conhecidos como P1 (TS, TRS ou TRRS 2,5 mm), P2 (TS, TRS ou TRRS* 3,5 mm) e P10 (TS ou TRS 6,35 mm).
O diagrama acima mostra um plug regular de fones de ouvido P2. Usar ele em um smartphone não permitirá fazer chamadas de voz com "mãos livres", mas também não danificará nada. Isso também funciona para outros dispositivos como Tablets e Notebooks / PC.
Quando se trata de Câmeras filmadoras, Smartphones, a melhor opção é procurar um acessório oficial do fabricante. Para fones de ouvido estéreo com microfone, as coisas são muito mais fáceis. No máximo, você pode precisar dividir um TRRS em plugues estéreo, e de microfone separados, para se adequar ao seu notebook ou computador.
Usos comuns de cada um
TS (P10)
Um plugue TS ou P1 possui dois condutores e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono desequilibradas, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante.
TRS (P1 e P2)
Um plugue P2 tem três condutores, e pode existir pelo menos como 1/4 "e 3,5mm, podendo ser usado com conexões mono balanceadas (especialmente quando não há espaço suficiente para o XLR de 3 pinos preferencial), embora muito seja usado para estéreo desbalanceado, no nível do microfone, no nível da linha ou no nível do alto-falante.
TRRS (P3)
Um plugue TRRS ou P3 possui quatro condutores, e é muito popular com 3,5 mm, podendo ser usado com áudio estéreo não balanceado com vídeo, ou com áudio estéreo não balanceado, e um condutor de microfone mono.
O conector TRRS é extremamente popular entre smartphones e tablets e, até em certo ponto, com computadores, incluindo notebooks Windows e Macs. Infelizmente, existem dois padrões conflitantes associados ao seu uso, com áudio estéreo desbalanceado e um condutor de microfone mono.
Algumas combinações permitidas e proibidas
Aqui estão algumas combinações permitidas e proibidas.
Conexão permitida
De um modo geral, é perfeitamente possível conectar um fone de ouvido estéreo P2 - sem microfone - ao seu smartphone ou tablet que tenha um soquete P3. Como você verá observando os dois padrões P3, há uma sobreposição de padrões, de modo que o P2 se alinha perfeitamente aos conectores apropriados na parte externa do soquete. Em muitos smartphones, a detecção de um P2 desliga automaticamente o alto-falante interno, enquanto mantém o microfone do dispositivo ativo, para que você possa ter uma conversa telefônica ouvindo seu fone de ouvido estéreo, e ainda falando ao telefone.
Combinações Proibidas
Não conecte os fones de ouvido P3 na entrada de fone de ouvido P2 de alguns microfones MXL, que possuem um cabo Y embutido no cabo do microfone. Isso causará problemas graves.
Se você estiver usando qualquer dispositivo de áudio digital para gravar com seu smartphone ou tablet (por exemplo, 30 pinos, Lightning ou USB OTG), incluindo qualquer um dos muitos dispositivos de áudio digital que funcionam com Android ou iOS, não conecte seus fones de ouvido na entrada P3 do seu smartphone ou tablet durante uma gravação. Você deve usar apenas o fone P2 (ou um adaptador) para monitorar quando estiver gravando de uma fonte digital no smartphone ou tablet. Caso contrário, em muitos casos, a presença do plugue P3 fará com que seu smartphone ou tablet substitua a fonte digital.
Exporting Quicktime files with 5.1 Surround Tracks using Compressor
A tutorial on exporting quicktime files with embedded 5.1 surround tracks using Compressor, also detailing how to setup a Final Cut Pro timeline to export more than 2 tracks of audio.
O áudio para codificação DCP pode ser entregue em dois formatos principais: integrado como faixas de áudio em um quicktime (.mov) wrapper ou como arquivos de áudio .wav individuais.
Para criar um .mov com as faixas de áudio corretas no Final Cut Pro, siga as etapas abaixo:
1. Crie sua sequência.
Edite sua seqüência, criando uma imagem e 6 faixas de áudio. Comece a seqüência no início da imagem exata, deixando para fora qualquer espaço, barras de cor, beeps, etc. no início ou no final do filme.
2. Certifique-se de que seus seis canais de áudio estejam na seqüência correta:
Linha de faixa de áudio (para mixagem 5.1):
Pista 1 - L (5.1 - esquerda)
Pista 2 - R (5.1 - direita)
Pista 3 - C (5.1 - centro )
Pista 4 - Lfe (5.1 - sub)
Pista 5 - Ls (5.1 - surround esquerdo)
Pista 6 - Rs (5.1 - surround direito)
3. Ajuste suas configurações de áudio.
Verifique se as configurações de áudio do projeto estão definidas corretamente:
- Defina preferências de seqüência para 6 saídas de áudio mono, com correção de 0DB. Não configure a predefinição de monitoramento '5.1'.
4. Ajuste as configurações de áudio da Time Line.
- Ajuste a configuração de saída de áudio padrão na linha de tempo do Final Cut para cada canal de áudio, de modo que ele seja mandado ( output ) para o respectivo canal. O canal 1 precisa ser mandado para o canal de áudio 1, canal 2 para o canal de áudio 2, canal 3 para o canal de áudio 3 e assim por diante. Isso precisa ser feito manualmente para cada canal.
5. Exporte como Quicktime.
Exporte a seqüência como um arquivo de quicktime. Ajuste para a Apple Pro Rez 422 para imagem e saída de áudio de 6 canais para áudio.
Para exportar faixas de áudio .wav individuais, siga as seguintes etapas:
1. Configure sua sequência da Time Line seguindo as etapas 1-4 acima.
2. Uma vez que o tamanho de exportação dos arquivos .wav é limitado a 2GB, você precisará exportar os arquivos um a um. Crie uma duplicação da sequência e desative os canais de áudio 2-6.
3. Exporte áudio como arquivo .wav, em 48kHZ. Isso exportará o canal habilitado 1. Rotule claramente como "Canal 1 - L (5.1 esquerda)".
4. Desative o canal 1, ative o canal 2. Exporte o canal habilitado 2. Rotule claramente como "Canal 2 - R (5.1 direita)".
5. Continue através dos canais 3-6, até que você tenha exportado os seis canais individuais como canais .wav.
6. Crie uma nova seqüência. Importe o arquivo de imagem de quicktime da seqüência, bem como os canais .wav individuais recém-criados e edite na linha de tempo, para garantir que todos os elementos de imagem e som exportados se sincronizem corretamente.
7. Os arquivos podem ser enviados por disco rígido, dropbox ou outros sistemas de transferência de arquivos de sua escolha.
Os elementos de imagem e som precisam ter exatamente a mesma frame rate e o número de frames, caso contrário, eles não podem ser usados para a criação do DCP.
SHURE DO BRASIL, esclarece todas as dúvidas sobre o impacto nos sistemas sem fio!
Fernando Fortes, especialista em Desenvolvimento de Mercado Sênior, Pró Áudio, da SHURE DO BRASIL, esclarece todas as dúvidas sobre desligamento da TV analógica e o impacto nos sistemas (microfones) sem fio.
1) Como funcionam os canais de TV e qual a relação deles com os sistemas de áudio sem fio?
Cada canal de TV ocupa um espaço de 6MHz no espectro eletromagnético, seja ele digital ou analógico. A grande diferença entre os dois tipos é a forma como ocupam este espaço de 6MHz. A TV analógica não ocupa completamente este espaço e sobram alguns “pedaços vazios”, onde conseguimos colocar alguns microfones sem fio. O mesmo não ocorre nos canais de TV digital, onde com muita dificuldade conseguimos colocar 1 sistema sem fio.
Existem, basicamente, 3 áreas do espectro onde os canais de TV estão distribuidos: VHF baixo: de 54 a 88MHz (canais 2 a 6 da TV), a VHF alto: de 174 a 216MHz (canais 7 a 13 da TV) e UHF: de 470 a 806MHz (canal 14 a 69).
2) Se antes tínhamos só a TV analógica, quando as transmissões de TV digital se iniciaram no brasil?
A primeira transmissão de TV Digital no Brasil ocorreu em 2 de dezembro de 2007, em São Paulo. Em julho de 2012 iniciaram as transmissões digitais nas últimas cidades que faltavam: Rio Branco (Acre) e Porto Velho (Rondônia).
3) Como os canais de TV analógico e digital convivem juntos?
De forma harmoniosa. Veja abaixo uma varredura do espectro de UHF de São Paulo feita em Fevereiro de 2017. É possível observar um grande número de canais de TV digital (cerca de 26 canais) e também de canais de TV analógicos (cerca de 20).
4) Agora que temos canais de TV analógicos e digitais, eles viverão juntos e felizes para sempre?
Não, não viverão. Até o final do ano de 2018 todos os canais de TV analógicos no Brasil serão desligados. Na realidade, eles estão sendo desligados desde fevereiro de 2016, quando o desligamento foi iniciado na cidade de Rio Verde, em Goiás. Veja abaixo o cronograma de desligamento desses canais:
15/02/2016 - Rio Verde/GO
26/10/2016 - Brasília/DF, Águas Lindas de Goiás/GO, Cidade Ocidental/GO, Cristalina/GO, Formosa/GO, Luziânia/GO, Novo Gama/GO, Planaltina/GO, Santo Antônio do Descoberto/GO, Valparaíso de Goiás/GO
27/09/2017 - Campinas/SP, Franca/SP, Ribeirão Preto/SP, Santos/SP, Vale do Paraíba/SP
25/10/2017 - Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES
31/01/2018 - Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Porto Alegre/RS
28/03/2018 - Bauru/SP, Presidente Prudente/SP, São José do Rio Preto/SP, São Luís/MA
30/05/2018 - Belém/PA, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Manaus/AM, Teresina/PI, Aracaju/SE, Natal/RN
28/11/2018 - Boa Vista/RR, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Macapá/AP, Palmas/TO, Paraná (Oeste do Estado), Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro (interior), Rio Grande do Sul (Sul do Estado), São Paulo (interior)
05/12/2018 - Blumenau/SC, Jaraguá do Sul/SC, Joinville/SC, Campina Grande/PB, Dourados/MS, Caruaru/PE, Petrolina/PE, Rondonópolis/MT, Feira de Santana/BA, Vitória da Conquista/BA, Governador Valadares/MG, Juiz de Fora/MG, Uberaba/MG, Uberlândia/MG, Imperatriz/MA, Marabá/PA, Mossoró/RN, Parnaíba/PI, Santa Maria/RS
Cronograma de Desligamento dos Canais de TV Analógico
5) Então os canais de TV analógicos serão desligados e vamos ficar só com os canais digitais?
Sim, exatamente. Com o desligamento dos canais analógicos, teremos só os canais digitais sendo transmitidos.
6) Então significa que teremos mais espaço livre?
Sim e não. Sim por que ficaremos somente com os canais digitais. Não, por que junto com o desligamento, teremos o início do funcionamento do 4G na faixa de 700MHz. Chamamos “faixa de 700MHz” o espaço entre 698MHz (canal 52) até 806MHz (canal 69). Isto significa que não existirá mais nenhum canal de TV – analógico ou digital – do canal 52 ao canal 69, totalizando 18 canais, ou precisamente 108MHz de espaço do espectro. Esta faixa será usada pelas operadoras de telefonia para o serviço 4G.
7) Mas hoje eu já tenho 4G no meu aparelho celular, o que vai mudar?
O 4G que você tem hoje no seu aparelho celular funciona na faixa de 2.6GHz (banda 7 LTE), que possui limitações de alcance e banda – e ainda custam muito caro. O 4G em 700MHz tem alcance médio 4 vezes maior que o 4G operando em 2.6GHz. Por isso, necessitam de um menor número de antenas (mais barato e cobertura melhor). Além de taxas de transferência muitas vezes maiores.
8) O que isso tudo tem a ver com os sistemas e microfones sem fio?
Alguns microfones sem fio, monitores pessoais (in-ears), sistemas de comunicação sem fio (intercom) e outros usam a faixa de UHF (hoje de 470 a 806MHz). Como parte desta faixa será destinada ao 4G, não será mais possível usar sistemas como estes na faixa de 698MHz a 806MHz.
9) Então, quais sistemas serão afetados por esta mudança de espectro?
Simples de responder: todo e qualquer sistema que funcione de 698MHz a 806MHz.
10) Será ilegal usar microfones na faixa de 700MHz?
Resposta curta e simples: SIM
11) Mas eu terei problemas se continuar usando o meu microfone na faixa de 700MHz?
A longo prazo com certeza. A curto prazo, pode ser que tenha sorte e o 4G seja mais fraco na região onde você vai usar o microfone, ou mesmo a sua cidade pode levar um tempo maior para colocar o 4G em ação. Mas, quanto mais o tempo passar, mais pessoas usarão o sistema 4G em 700MHz, mais denso ficará este espectro e mais difícil ficará usar um sistema sem fio nesta faixa. Além de ser ILEGAL a partir do funcionamento do 4G.
12) Posso mandar o meu sistema sem fio Shure para a assitência técnica ou mesmo para a fábrica para que troquem a frequência?
Não. A troca da frequência requer a troca de centenas de componentes eletrônicos específicos e também uma reprogramação completa e ajustes. Isto custa muito caro – mesmo se fosse possível. Veja, muitos destes microfones e sistemas de monitor pessoal têm mais de 10 anos de vida e muitas vezes os componentes não são mais vendidos ou fabricados.
13) Terei que trocar os meus acessórios como antenas, cabos, distribuidores, combinadores, splitters?
Muito provavelmente não, pois estes equipamentos foram projetados para trabalharem na mesma faixa de frequência em UHF que teremos agora: 470MHz a 698MHz. Pontualmente, a Shure poderá sugerir que determinados equipamentos tenham o firmware atualizado de forma a reduzir a banda de funcionamento para 470 a 698MHz, evitando assim que os equipamentos operem ilegalmente na faixa de 700MHz.
14) Verifiquei que em algumas lojas (físicas e on-line) existem sistemas e microfones sem fio na faixa de 700MHz a venda. Então, as empresas continuam fabricando equipamentos nessa faixa de frequência?
Algumas empresas, infelizmente, continuam. A Shure já se preocupava com isso há cerca de 10 anos e desde 2010 não comercializa produtos na faixa de 700MHz no Brasil. Se você encontrar algum equipamento a venda nessa faixa de frequência, NÃO RECOMENDAMOSa compra desse produto. Se comprou algum equipamento nessa faixa, corra de volta para a loja e devolva porque certamente em breve você terá problemas!
15) O que eu faço se tiver equipamentos antigos em 700MHz?
Recomendamos que você substitua esses equipamentos por novos modelos que não operam nessa faixa. Hoje em dia existem diversas opções de modelos modernos que oferecem recursos avançados, áudio com qualidade muito superior e ainda transmissão mais segura e robusta.